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A relação tabagismo e fertilidade

A relação tabagismo e fertilidade

Postado em: 25 de fevereiro de 2015

Atualizado por clinica gera em 4 de março de 2019

Saiba como o tabagismo pode afetar diretamente a fertilidade tanto masculina quanto feminina.

O tabagismo pode afetar a fertilidade de homens e mulheres? Veja a resposta nesse texto.

O tabagismo é apontado, hoje, como uma doença crônica gerada pela dependência da nicotina e está inserida na Classificação Internacional de Doenças (CID10) da entidade. Os fumantes correm um risco maior de adoecer por câncer e outras doenças crônicas do que os não-fumantes. Principal causa isolada evitável do câncer de pulmão, o tabagismo é também fator de risco para câncer de laringe, pâncreas, fígado, bexiga, rim, leucemia mielóide e, associado ao consumo de álcool, de câncer da cavidade oral e do esôfago. “Em relação à saúde reprodutiva, o tabagismo é um entrave real para o casal que deseja engravidar”, afirma Joji Ueno, diretor da Clínica GERA.

Tabagismo e fertilidade

O tabagismo na mulher reduz globalmente a fertilidade, causando um atraso da primeira gestação. O atraso na concepção reflete-se numa gama de possíveis efeitos adversos na reprodução, como interferência na gametogênese ou na fertilização, dificuldade de implantação do óvulo concebido ou perda subclínica após implantação. “Estudos e pesquisas dos últimos anos apontam que o tabagismo materno afeta a fertilidade mais que o tabagismo paterno, o que significa que o sistema reprodutivo feminino é mais vulnerável ao tabagismo que o sistema masculino”, afirma Ueno.

O tabagismo masculino está associado à redução na qualidade do sêmen, incluindo concentração de espermatozóides, motilidade, morfologia e efeito potencial na função espermática, além das alterações nos níveis hormonais. “Costumamos recomendar àqueles indivíduos que apresentam sêmen de qualidade marginal e história de infertilidade, que deixem de fumar para que haja uma melhora da qualidade do sêmen com a interrupção do tabagismo”, diz o médico.