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Como Escolher o Sexo do Bebê

Como Escolher o Sexo do Bebê

Postado em: 15 de maio de 2020

Atualizado por Matheus em 29 de maio de 2020

Para muitos casais, um filho é a realização de um sonho de uma vida inteira, principalmente quando existem dificuldades para engravidar. Agora imagina se há possibilidade em saber como escolher o sexo do bebê? Qualquer um diria que o sexo não importa e que o importante é o bebê ter saúde. Mas tem muito casal […]

Para muitos casais, um filho é a realização de um sonho de uma vida inteira, principalmente quando existem dificuldades para engravidar. Agora imagina se há possibilidade em saber como escolher o sexo do bebê?

Qualquer um diria que o sexo não importa e que o importante é o bebê ter saúde. Mas tem muito casal que possui o desejo secreto de ter um menino ou uma menina, especialmente depois de ter um ou mais filhos do mesmo gênero. 

Por muitos anos, muitos tentaram influenciar no sexo dos filhos. Por exemplo, os gregos da antiga Grécia, acreditavam que poderiam engravidar de um menino se tivessem relações sexuais deitados do lado direito da cama. Já os franceses do século XVII costumavam amarrar o testículo esquerdo para garantir uma gravidez de menino. 

Embora esse métodos não não tenham nenhum embasamento científico, as bibliotecas estão cheias de livros sobre como escolher o sexo dos bebês, alguns até com base científica. 

No entanto, segundo a determinação do Conselho Federal nem os casais submetidos à tratamentos de reprodução assistida podem utilizar técnicas para selecionar o sexo ou qualquer outra característica biológica da criança, exceto para evitar doenças hereditárias.

Sendo assim, a única maneira de realizar esse desejo seria através de exames específicos durante o processo de fertilização mas com foi dito anteriormente isso é proibido pela legislação brasileira. Existem algumas “dicas” naturais para se tentar “escolher” o sexo do bebê mas não existe uma comprovação científica de sua eficácia.

Ficou curiosa para saber como escolher o sexo do bebê? Então, confira o artigo abaixo e descubra como dar esse empurrãozinho na natureza para realizar o desejo de ter um filho do gênero desejado.

Afinal, é possível ter como escolher o sexo do bebê?

pezinhos de bebe

Embor seja polêmico, é possível saber como escolher o sexo do bebê.

Foi em 1978, quando registrou-se o nascimento do primeiro bebê de proveta que tudo mudou em relação à reprodução. Desde então, foram muitos avanços nas tecnologias reprodutivas, e hoje os casais não só podem obter ajuda para engravidar, mas também tratar a infertilidade, assim como em determinadas situações saber o sexo do bebê antes de se realizar uma transferência embrionárias.

No entanto, embora tenha como escolher o sexo do bebê, a Resolução CFM nº 2.168/2017 determinada pelo Conselho Federal proíbe essa escolha por meios científicos, exceto quando há a necessidade de usar prevenir doenças hereditárias relacionadas ao sexo da criança. 

Isso porque existem muitas patologias graves geneticamente transmissíveis relacionadas ao gênero, e a única forma de evitar que o bebê nasça portadora da doença é manipulando a escolha do sexo através de técnicas de reprodução assistida. 

Um exemplo de doença genética grave ligada ao sexo seria a hemofilia. Neste caso, as mulheres descendentes de pais hemofílicos podem ser portadoras, embora raramente desenvolvem a doença. No entanto, os filhos dessas mulheres certamente terão a doença. 

Por isso, técnicas de como escolher o sexo do bebê nesse caso é exceção, pois evita que a hemofilia seja transmitida nas próximas gerações. Para evitar que isso aconteça, realiza-se uma fertilização in vitro (FIV) com uma pesquisa genética pré-implantacional onde pode-se avaliar se o embrião possui alguma alteração nos genes e também consegue-se avaliar o sexo do bebê. Para que seja possível esta pesquisa é feita uma biópsia nos embriões antes de implantá-los no útero da mulher.

A escolha do sexo do bebê é assunto bastante polêmico e ainda divide opiniões entre as pessoas comuns, especialistas em fertilidade e até organizações médicas. 

Porém, existem alguns métodos bastante sofisticados para selecionar o sexo, cada um envolvendo também desvantagens significativas e considerações éticas, para quem deseja aumentar as chances de uma gravidez do gênero de sua preferência.

Métodos para seleção de sexo

casal em consultório médico querendo saber como escolher o sexo do bebê

Há alguns métodos que ensinam como escolher o sexo do bebê.

Atualmente, existem 3 métodos de como escolher o sexo do bebê. O mais antigo baseia-se no fato de que os cromossomos femininos nos espermatozoides (cromossomo X) são maiores e mais densos que os cromossomos masculinos (cromossomo Y). 

Neste caso, o esperma é filtrado através de um soro humano, que separa esses espermatozoides com uma proporção maior do sexo desejado, para serem inseminados nas mulheres artificialmente. No entanto, apesar do método ser relativamente acessível, ele não garante um acerto em todos os casos, pelo contrário existe muita falha. 

Outro método mais eficaz é o diagnóstico genético pré-implantacional (DGP), um teste originalmente desenvolvido para rastrear doenças genéticas como a hemofilia e a distrofia muscular, que afetam muito mais os meninos. 

No entanto, esse processo só pode ser feito durante a fertilização in vitro (FIV), na qual os óvulos de uma mulher são removidos cirurgicamente dos ovários e depois fertilizados com o esperma de seu parceiro em laboratório.

Contudo, a diferença da DGP da FIV é que ao invés de transferir os embriões fertilizados de volta para útero da mulher, remove-se antes 1 ou 2 células de cada embrião para serem analisados e determinar – com quase 100% de precisão – quais são meninos ou meninas. 

Dessa forma, somente os embriões “preferidos” são usados no processo de fertilização in vitro, enquanto os outros embriões que são alterados podem ser descartados ou doados  para pesquisa.

Existe ainda uma terceira alternativa, a MicroSort, uma técnica mais nova e promissora. Neste caso, o esperma é colorido com um corante especial e, em seguida, é executado através de uma máquina que distingue o DNA masculino do feminino, separando o sexo indesejado. 

Em seguida, a mulher é inseminada com os espermatozóides com cromossomos de sua escolha, mas o processo é caro e também não tem garantia de sucesso e no momento ainda está em fase de pesquisa não sendo utilizado de forma rotineira. 

Mas escolher o sexo do bebê não seria um direito?

O setor de fertilidade chama esse tipo de possibilidade de escolha de “equilíbrio familiar”, mas não há consenso sobre uma adequação. Além disso, nem todo mundo concorda que poderia ser um direito de escolha de quem deseja engravidar.

Aliás, uma pesquisa recente conduzida pelo Genetics and Public Policy Center relatou que apenas 40% dos entrevistados apoiam a seleção de sexo, sem que seja por razões não médicas. 

Isso significa que a ideia de poder escolher o sexo dos futuros filhos ou outras características genéticas ainda não é aceita pela maioria. 

Além disso, tanto a Associação Médica Americana quanto o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas se opõem a manipular a seleção de sexo para obter esse “equilíbrio” de gêneros, pois na opinião deles a prática não serve a nenhum propósito médico. 

Mas a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, organização na qual a maioria dos médicos especializados em fertilidade se orientam em termos éticos, costuma dar mais atenção aos métodos de classificação de esperma.

No entanto, a prática segue proibida, à não ser que para fins de se evitar doenças geneticamente transmissíveis.

Como escolher o sexo do bebê naturalmente

grávida tentando saber como escolher o sexo do bebe

Há possibilidade de ter como escolher o sexo do bebê naturalmente, embora não seja garantido.

Com base no antigo método de que o espermatozóide masculino é “mais leve” e o feminino, mais “denso e encorpado”, há muitos especialistas que defendem a possibilidade de se obter resultados positivos na escolha do sexo, por vias naturais.

Pela teoria, tudo tem à ver com o dia da ovulação. Neste caso, os espermatozóides masculinos correm mais rápido que os espermatozóides femininos. Por outro lado, o feminino é mais resistente, podendo sobreviver por mais tempo no útero da mulher. 

Com isso, sobram mais chances do óvulo ser fecundado por uma espermatozóide feminino se a relação sexual acontecer um dia ou um dia após a ovulação. No entanto, se o ato sexual for no dia exato da ovulação, as chances de nascer um menino aumenta.

À princípio, essa teoria foi levantada pelo médico e pesquisador norte-americano Landrum Shettles, autor do livro “Como Escolher o Sexo de seu Bebê” (Editora Larousse), em que se baseou nas características dos espermatozoides de cromossomo Y e X. 

O especialista concluiu que a teoria teria aproximadamente 75% de chances de dar certo, sendo que os outros 25% serão determinados pelo ambiente em que a fertilização ocorre dentro da mulher, segundo especialistas em biologia molecular.

Isso significa que o ambiente uterino pode ser mais ácido ou mais básico em níveis de pH, o que influencia na fertilização de um sexo ou outro. Por exemplo, um ambiente mais ácido vai prejudicar os espermatozóides menos resistentes (Y, meninos), que irão morrer mais rápido. Já um ambiente menos ácido, pode favorecê-los na corrida, prolongando sua vida no útero.

Além disso, é possível que o homem tenha mais espermatozoides de cromossomo Y do que X, ou vice-versa, diminuindo as chances de um sexo sobre o outro.

Mas este método funciona mesmo?

Como é uma técnica natural, é necessário saber o dia exato da ovulação para que ela tenha mais chances de funcionar. Mas de acordo com ginecologistas da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo, é quase impossível ter garantias ao manipular as chances de ter menino ou menina. 

Isso porque o momento da ovulação, na maioria das vezes, é imprevisível, pois ocorre com uma margem de um ou dois dias para a frente ou para trás, mesmo em ciclos menstruais regulares. 

Além disso, ginecologistas e obstetras da Comissão de Medicina Fetal da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) concordam que existem poucas evidências científicas capazes de comprovar o método. 

Embora a mulher saiba determinar o seu período fértil, essa variação torna quase impossível determinar o sexo naturalmente. Mas há quem acredite que se a mulher tiver conhecimento suficiente sobre o corpo e for extremamente metódica quanto às suas tentativas de gravidez, as chances podem aumentar.

Como ajudar a aumentar essas chances

Embora não haja garantias de eficácia, a mulher pode tirar a temperatura basal assim que acordar pela manhã. Isso porque no dia exato da ovulação, a temperatura do corpo aumenta de 0,5 a um grau. 

Assim, usando um termômetro todo dia de manhã ao acordar você vai conseguir determinar o dia da ovulação, mas também será preciso ter uma referência dos três meses anteriores, no mínimo. 

A ovulação também pode ser reconhecida por uma leve cólica ou por testes de fertilidade vendidos em farmácia que ajudam a medir os níveis de LH (hormônio que sinaliza o período de ovulação) para determinar se você está ou não ovulando.

Mas o acompanhamento do ciclo por ultrassom é bem mais eficaz e preciso. Mesmo assim, ainda haverá 25% de margem de erro. Por isso, o que vale mesmo é engravidar, independentemente do sexo.

Outros métodos naturais de como escolher o sexo do bebê

mulher grávida tentando advinhar como escolher o sexo do bebê

É possível tentar vários métodos que ensinam como escolher o sexo do bebê.

Há também quem acredite em outros métodos não tão tecnológicos e científicos de como escolher o sexo do bebê. Nenhum deles possui comprovação de sucesso, mas não custa nada tentar e torcer para que dê certo. Veja abaixo:

Posição sexual correta

Segundo algumas pesquisas, quanto mais o pênis ficar encostado no colo do útero da mulher na hora da relação sexual, as chances de nascer menino são maiores. Desse modo, a posição mais correta seria a mulher ficar “de quatro”, pois o esperma é depositado mais perto do óvulo e longe do ambiente ácido da vagina, visto que os espermatozóides masculinos morrem mais rápido. 

Já pra conseguir ter uma menina, a posição “papai e mamãe” seria a mais adequada, pois a penetração superficial torna mais difícil para o esperma masculino alcance o óvulo.

Influências do orgasmo

A mulher quando tem um orgasmo, a sua vagina libera uma secreção menos ácida e mais alcalina, facilitando a sobrevivência do esperma masculino. Além disso, as contrações durante o orgasmo ajudam a mover o esperma masculino para o colo do útero. 

Outro fator importante é se ela tiver o orgasmo antes da ejaculação masculina, os espermatozóides masculinos possuem mais chances, mas se o orgasmo feminino ocorrer depois, os espermatozoides femininos podem sair na frente.

Acompanhar o ciclo menstrual

O ciclo menstrual da mulher pode ser afetado pelo impulso e tração mensal do campo eletromagnético da lua. Sendo assim, se você deseja ter uma menina, mantenha relações sexuais na lua cheia; já para ter um menino, o ideal é ¼ de lua. 

Além disso, como já dissemos, para aumentar as chances de engravidar de meninos, o ideal é manter relações no dia mais fértil, visto que o espermatozóide de cromossomo Y é mais leve e muito mais ágil, porém pouco resistentes.

Já se a ideia é engravidar de menina, o ideal é manter relações 2 dias antes ou 1 dia depois do dia mais fértil, pois os espermatozóides de cromossomo X são mais lentos e mais resistentes, podendo “aguardar” mais tempo dentro do útero pelo óvulo.

Alimentação adequada

Uma alimentação adequada também pode dar aquele empurrãozinho na natureza, pois dependendo dos alimentos, eles alteram o nível de pH da região íntima mulher. Dessa forma, mantenha uma dieta específica 6 semanas antes de tentar engravidar. Você pode começar com alimentos ricos em potássio (carnes vermelhas, vegetais e sal) se quiser engravidar de um menino. 

Já se o seu desejo é ter uma menina,faça uma dieta rica em cálcio (leite integral, queijo, iogurtes, brócolis e o feijão) e magnésio (feijão preto, tofu, amendoim, alcachofra, acelga, espinafre, suco de laranja, abacate, entre outros).

Pronto! Agora você sabe como escolher o sexo do bebê, por métodos de reprodução assistida ou por vias naturais. Não é do nosso feitio julgar ninguém e entrar no mérito do que é certo ou errado.

Mas lembre-se, não há de fato garantias de 100% de sucesso e truques infalíveis para engravidar de menino ou menina. A reprodução ainda não é uma ciência exata, portanto, se programe, mas abra a sua mente e deixe fluir naturalmente a vontade da natureza.