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Cisto Anexial: O que é, Causas, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

Cisto Anexial: O que é, Causas, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

Postado em: 19 de abril de 2020

Atualizado por danijardim em 19 de abril de 2020

Chamamos de região anexial onde se localizam as estruturas do aparelho reprodutor feminino próximas ao útero, como por exemplo, as trompas de falópio, ovários, ligamentos e o complexo vascular adjacente. Sendo assim, pode-se dizer que um cisto anexial ou tumores anexiais, são nodulações (sólidas ou com conteúdo líquido) que ocorrem nessa região dos anexos do […]

Chamamos de região anexial onde se localizam as estruturas do aparelho reprodutor feminino próximas ao útero, como por exemplo, as trompas de falópio, ovários, ligamentos e o complexo vascular adjacente. Sendo assim, pode-se dizer que um cisto anexial ou tumores anexiais, são nodulações (sólidas ou com conteúdo líquido) que ocorrem nessa região dos anexos do útero.

Na maioria dos casos, essas massas de tecidos anexiais são de origem ovariana e benignas, podendo ser apenas cistos no ovário mas algumas vezes podem corresponder a tumores malignos ou até gravidez ectópica (gravidez que acontece fora do útero)

Mas embora possam ter várias causas possíveis, ginecológicas ou não-ginecológicas, quando não de origem ovariana podem ser patologias das trompas uterinas com efeito de massa. Como por exemplo, a hidrossalpinge, uma dilatação e acúmulo de líquido nas trompas, que aumentam de tamanho, são distorcidas e perdem a função.

Apesar dos tumores anexiais serem muito comuns entre a população feminina, com incidência de 20% dos casos, eles podem variar bastante desde cistos funcionais, decorrentes de um período específico do ciclo menstrual, totalmente benignos, até casos mais sérios, como o câncer de ovário.

Geralmente, em casos de massas benignas o tratamento é feito por um médico ginecologista. Por outro lado, em casos malignos, especialmente entre adolescentes e mulheres após a menopausa, um especialista em oncologia deve ser consultado.

A seguir, vamos explicar o que é um cisto anexial, suas características, causas, sintomas, diagnóstico e tratamentos disponíveis. Confira!

Introdução às Massas Anexiais

Antes de explicar o que é um cisto anexial, ressaltamos que por definição, a palavra anexo significa parte conectada ou apêndice. Na ginecologia, o termo massa anexial (MA) refere-se à qualquer estrutura próxima ou conectada ao útero. 

Ou seja, os ovários, as trompas de Falópio, os ligamentos redondos e os resquícios embrionários dos ductos de Wolf, assim como o complexo vascular adjacente.

Assim, o termo massa anexial vai englobar não só os cistos anexiais, mas todos os “tumores” originados de uma série de estruturas, como em outros órgãos que ocupam a pelve, como do trato intestinal e urinário, ou até mesmo tumores uterinos que se lateralizam ou estruturas do retroperitônio, que podem sofrer alterações próprias dos anexos.

As varizes pélvicas, por exemplo, que consistem em um complexo vascular dilatado, formando grandes aglomerados nesta região, podem ser consideradas massas anexiais volumosas, não ovarianas.

Portanto, a abordagem das massas anexiais é um desafio para a medicina deste século, por conta dos muitos diagnósticos diferenciais, tanto ginecológicos como não ginecológicos.

Por outro lado, tem havido grande avanço na medicina e nos métodos de diagnóstico de imagem, facilitando a sua detecção com maior frequência.

Normalmente, por conta da localidade, as massas anexiais são associadas à distúrbios ovarianos, que podem ser considerados neoplasias, benignas ou malignas. 

Os tumores ovarianos, por exemplo, são muito comuns na população feminina, com incidência de 20%, variando desde cistos funcionais, decorrentes de um período específico do ciclo menstrual, totalmente benignos; até o câncer de ovário, com riscos mais baixos e menor prevalência.

No entanto, normalmente quando detectado um tumor ovariano, a recomendação de remoção cirúrgica só acontece quando se tem sintomas graves como dor intensa ou quando existe suspeita de uma neoplasia maligna.

O que é um Cisto Anexial?

O cisto anexial é uma massa, nódulo ou tumor localizado nas estruturas adjacentes do ovário.

O cisto anexial é uma massa, nódulo ou tumor localizado nas estruturas adjacentes do ovário.

Como explicamos acima, o cisto anexial é uma massa, nódulo ou tumor originado na região anexial onde se localizam as estruturas do aparelho reprodutor feminino próximas ao útero (trompas de falópio, ovários, ligamentos e o complexo vascular adjacente). 

Na maioria dos casos, cistos anexiais são massas de tecidos de origem ovariana, geralmente císticas e de aspecto benignas quase sempre assintomáticas, normalmente diagnosticadas em exames ginecológicos de rotina, através de exames de imagem, como a ultrassonografia pélvica.

No entanto, como apenas a biópsia pode dizer se um tumor é benigno ou maligno, e muitas vezes a cirurgia para a sua retirada é indicada quando se tem uma forte suspeita de se tratar de uma neoplasia maligna ou quando se tem lesões de grande volume. No caso dos tumores benignos, retira-se apenas o cisto (cistectomia), preservando o tecido ovariano sadio. Há casos em que a ooforectomia, também pode ser recomendada, retirando todo o ovário acometido. 

O tipo de cirurgia vai depender do diagnóstico e de diversos fatores a serem investigados e discutidos com o ginecologista, como veremos a seguir.

Sintomas de Cisto Anexial

Embora a maioria das massas anexiais sejam assintomáticas, podem haver sintomas variados dependendo da causa, como por exemplo: dor no baixo ventre, aumento do volume abdominal, febre, perda de peso, distúrbios menstruais, virilização e corrimento vaginal.

Na maioria das vezes os sintomas aparecem de forma insidiosa, ou seja aos poucos, mas em alguns casos pode-se ocorrer uma emergência cirúrgica, geralmente por conta de uma torção do tumor ao se torcer sobre seu pedículo (região de ligamento ao útero por onde passam os vasos sanguíneos), causando normalmente dores de forte intensidade causada por necrose e pela falta de irrigação de sangue; ou pelo rompimento da cápsula do tumor expondo o seu conteúdo na cavidade abdominal.

Sendo assim, os principais sintomas de um cisto anexial podem ser abaixo:

  • dor abdominal ou pélvica inferior grave, por períodos prolongados, geralmente unilateral;
  • sangramento anormal do útero ou durante períodos menstruais;
  • dor durante relações sexuais;
  • ciclos menstruais dolorosos;
  • sintomas abdominais como sensação de plenitude, inchaço, prisão de ventre, dificuldade em comer, aumento do tamanho abdominal, indigestão, náusea e vômito;
  • aumento da frequência urinária ou incontinência;
  • perda de peso;
  • sinais de virilização;
  • falta de energia e fadiga;
  • febre alta;
  • corrimento vaginal.

Os sintomas podem variar de acordo com as diferentes causas de cistos anexiais, podendo apresentar sintomas semelhantes. Por isso, o importante é investigar a fundo e determinar a causa para recomendar tratamento adequado.

Dores abdominais ou pélvicas

Em caso de sintoma de dor abdominal ou pélvica o cisto anexial pode sugerir alguma complicação aguda associada, como torção, infecção, hemorragia ou ruptura.

Em mulheres de idade reprodutiva, a presença do cisto anexial com evolução da dor aguda, associada a febre e/ou toxemia, pode indicar doença inflamatória pélvica (DIP), na forma de um abscesso tubo-ovariano.

Já no caso de dores agudas durante a relação sexual (dispareunia), há a possibilidade de DIP ou ruptura de cisto. Por outro lado, dores crônicas podem sugerir patologias como endometriose. 

Aumento do Volume Abdominal

No caso de aumento de volume abdominal, normalmente só aparecem quando existe um crescimento exagerado dos tumores que ultrapassam a pelve, ficando maiores que 15 cm de diâmetro, ou gerando ascite (presença de líquido livre em grande quantidade na cavidade abdominal), altamente associada ao câncer de ovário. 

Outros diagnósticos como tumores uterinos (grandes miomas e sarcomas), massas retroperitoneais ou carcinoma colorretal, podem estar associados.

O aumento do volume abdominal é o sintoma mais frequente das neoplasias malignas pélvicas, ocorrendo em quase 70% dos casos, na maioria dos casos associado a tumores mais avançados. 

Febre

A febre indica um processos inflamatórios (febre/toxemia), geralmente sugerindo abscesso tubo-ovariano ou outras condições infecciosas não ginecológicos. No caso de neoplasia, a febre pode estar associada a necrose tumoral ou síndrome paraneoplásica. A febre pode ainda estar presente quando existe rotura da cápsula dos tumores e o seu conteúdo cai na cavidade abdominal como nos casos por exemplo de cistos hemorrágicos rotos. 

Perda de Peso

A perda de peso elevada pode indicar neoplasia maligna. Geralmente aparece nos casos já avançados. 

Distúrbios Menstruais

Caso ocorra atraso menstrual, a primeira hipótese a ser considerada e investigada é a de uma possível gravidez tópica ou ectópica. No entanto, cistos anexiais e tumores ovarianos funcionais podem causar sangramentos vaginais irregulares, podendo estar associados a dismenorreia e endometriose. 

Virilização

Alguns sinais de virilização como acne, hirsutismo, obesidade, ou de puberdade precoce (desenvolvimento de pelos, broto mamário ou menstruação), na presença de cisto anexial, podem sugerir tumores ovarianos funcionais ou seja tumores que produzem alguns tipos de hormônios de forma anômala. 

Corrimento

Secreção vaginal pode ocorrer em quadros de DIP,  mas pode também estar associadas a muitas outras afecções ginecológicas, que devem ser devidamente investigadas.

Causas de Cistos Anexiais

Cisto Anexial pode ter várias causas.

Cisto Anexial pode ter várias causas.

Como podemos notar, o cisto anexial ou as diferentes massas anexiais podem incluir uma variedade de condições diferentes, variando também em gravidade, podendo ser de crescimentos benignos a tumores malignos, de ordem ginecológica ou não-ginecológica.

Algumas das suas causas também podem ser variadas, podendo incluir:

  • Gravidez ectópica: quando o óvulo fertilizado é implantado fora do útero;
  • Endometrioma: cisto anexial benigno no ovário que contém sangue grosso, velho e marrom;
  • Leiomioma: tumor ginecológico benigno ou fibróide;
  • Câncer de ovário: tumores ovarianos epiteliais, nas células da superfície do ovarian; ou de células germinativas malignas originárias dos óvulos;
  • Doença inflamatória pélvica (DIP): inflamação do trato genital superior, que inclui o útero, as trompas de falópio e os ovários;
  • Abscesso tubo-ovariano: cisto anexial infeccioso que se forma por conta de doença inflamatória pélvica;
  • Torção ovariana: emergência ginecológica que envolve a rotação completa ou parcial do tecido que suporta o ovário, cortando o fluxo sanguíneo para o ovário.

Como são feitos os diagnósticos?

Existem diversas formas de classificar os diagnósticos de cistos anexiais, podendo ser divididos pela origem (ginecológico ou não ginecológico), pela fisiopatologia (funcional, tumoral ou infecciosa) e de acordo com a faixa etária da paciente. 

Esta última é bastante eficiente, pois leva em conta tanto a fisiopatologia quanto os fatores epidemiológicos e os antecedentes pessoais e familiares da paciente. Como a maioria dos casos são assintomáticos, são pedidos exames de rotina ginecológicos, para facilitar os diagnósticos de cisto anexial.

Normalmente, o médico vai investigar o histórico médico completo da paciente, perguntar sobre os sintomas, realizar um exame físico e obter amostras de sangue, além de recomendar exame de ultrassom transvaginal para avaliar as características do cisto anexial.

Atualmente, o exame de ultrassonografia transvaginal é o mais eficaz no diagnóstico e na avaliação das características tumorais do cisto anexial. 

Raramente se faz necessária a realização de exames mais complexos, como uma ressonância nuclear magnética, para estudar o tumor. 

No caso dos tumores malignos, eles podem ter uma ou várias das seguintes características:

  • um componente sólido;
  • partes com divisões espessas maiores que 2 a 3 cm;
  • presentes em ambos os lados do trato reprodutivo;
  • presença de nódulos cheios de líquido.

Exame Físico

Em geral, o exame físico para investigação do cisto anexial inclui a palpação da região abdominal. O médico irá focar na presença de massa abdominal/pélvica palpável, ascite e visceromegalia. 

O diagnóstico inicial na suspeita de um cisto anexial pode incluir também exame ginecológico com toque vaginal (bimanual) ou retal. Em caso de presença de cisto anexial, o médico deve estabelecer sua localização, consistência, tamanho, mobilidade, lateralidade e dor. 

O toque retal pode ajudar a diferenciar um tumor retal baixo primário ou uma doença ovariana que abaula ou invade secundariamente o reto. No entanto, o exame pélvico é limitado para a avaliação completa, por isso a ultrassonografia no caso é complementar.

Ultrassonografia pélvica e abdominal

Na suspeita de um cisto anexial a partir de queixas sintomáticas do paciente ou mesmo depois de um exame físico, a ultrassonografia é o primeiro exame complementar a ser realizado, sendo o método padrão de referência na análise dos tumores anexiais.

A ultrassonografia pélvica, por exemplo, é segura e extremamente útil para determinar a posição, o tamanho e a composição predominante do cisto anexial. O transdutor endovaginal fornece uma melhor resolução de imagem, possibilitando uma análise mais detalhada das características internas do tumor. 

O transdutor abdominal, embora seja menos preciso, é indispensável para o exame, pois permite uma avaliação panorâmica e de relações anatômicas complementares, além de ser a única via permitida em caso de pacientes virgens.

Neste caso, observam-se o tamanho, conteúdo (cístico, sólido ou misto), característica da cápsula (fina ou espessa), lateralidade (uni ou bilateral), lobulação (uni ou multilobular), presença de septos (fino ou espesso) e vegetações intracísticas, a fim de acessar o risco de malignidade.

Ao final do exame deve-se concluir se é um cisto simples (tem apenas um componente, geralmente líquido) ou complexo (geralmente possui componentes líquidos e sólidos). No caso de cistos simples de ovário, eles possuem pequena dimensão (< 8 cm), conteúdo cístico, cápsula fina, unilobulado, ausência de septação ou septo fino, e sem vegetações intracísticas, com chance de malignidade praticamente inexistente. Já os cistos complexos exigem maiores investigações, pois não são determinantes de malignidade.

Doppler

O auxílio da Dopplervelocimetria pode ser utilizado, pois o exame pode indicar vascularização nos septos, além da existência ou não de shunts arteriovenosos comuns em neoplasias malignas. O câncer de ovário apresenta crescimento rápido, necessitando de altos índices de neovascularização que podem ser captados com o Doppler.  

Tomografia computadorizada

Embora seja menos comum, a tomografia computadorizada (TC) do abdome e da pelve também pode ajudar na confirmação da presença de cisto anexial e na análise das estruturas não ginecológicas e retroperitoneais (linfonodos, pâncreas, baço). 

O exame também pode ajudar na decisão de melhor planejamento cirúrgico por fornecer relações anatômicas mais precisas. Mas para diferenciar entre cistos anexiais benignos e malignos, a ultrassonografia é o ideal.

Ressonância nuclear magnética

A ressonância nuclear magnética (RNM) oferece a vantagem de permitir uma melhor avaliação dos processos tubários e melhor diferenciação entre processos uterinos e ovarianos. 

Ele pode auxiliar no diagnóstico de cisto dermóide (teratoma), endometrioma, cisto hemorrágico e corpo lúteo, além de casos de gestação onde a ultrassonografia não foi eficaz. 

Teste de Gravidez (Beta-HCG)

Esse teste deve ser realizado em toda mulher com idade reprodutiva e atividade sexual frequente na presença de cisto anexial, mesmo na ausência do atraso menstrual, dor pélvica ou sangramento genital. 

O exame pode ser tanto o urinário quanto o sanguíneo , pois ambos possuem valor preditivo positivo de 100% para gravidez, embora não comprove a gravidez ectópica.

Tratamentos disponíveis

Os tratamentos ideais vão depender da causa do cisto anexial

Os tratamentos ideais vão depender da causa do cisto anexial.

Os tratamentos ideais vão depender da causa do cisto anexial, da idade da paciente, do resultados dos exames físico e ultrassonográfico, além dos exames laboratoriais, caso sejam indicados.

No caso de sinais de malignidade, a abordagem cirúrgica será indicada, podendo ser por laparotomia (cirurgia “aberta”) ou laparoscópica serão indicadas, além de uma salpingostomia ou salpingectomia, quando envolvem as trompas de falópio.

Dependendo do diagnósticos, algumas pacientes podem receber tratamento fora do ambiente hospitalar como nos casos de doença inflamatória pélvica com uso de antibióticos ou nos casos de cistos hemorrágicos não complicados com uso de antinflamatórios. 

A laparoscopia pode trazer benefícios como ter uma recuperação mais rápida, melhor estética, menor custo, tempo de internação e formação de aderências, diminuindo o comprometimento da fertilidade. 

Por outro lado, a desvantagem da laparoscopia é a potencial disseminação de células malignas pela ruptura de um cisto neoplásico. Por isso, ela é apenas recomendada em casos com baixo risco de malignidade. 

Em condições benignas, há que prefira buscar a cistectomia ou a enucleação da massa sólida, visando poupar o máximo de tecido ovariano.

Fatores de risco

Os fatores de risco dependem da causa do cisto anexial. Normalmente, as mulheres que possuem massas ovarianas de 5 cm ou mais têm maiores riscos de desenvolver torção ovariana, com incidência de mais de 80%.

Já 70% das mulheres brancas apresentam miomas e mais de 80% das mulheres negras com cerca de 50 anos de idade. Outros fatores podem aumentar o risco do aparecimento de cistos anexiais ou miomas, como:

  • períodos iniciais no início da vida
  • um aumento no índice de massa corporal ( IMC )

Já o câncer de ovário pode ocorrer em famílias com histórico familiar de câncer da doença, sendo que outros fatores de risco incluem:

  • alterações genéticas herdadas;
  • idade avançada;
  • câncer colorretal hereditário sem polipose;
  • endometriose;
  • terapia hormonal pós-menopausa;
  • obesidade;
  • alta estatura.

Para concluir

Os cistos anexiais são nódulos encontrados na região anexa do útero, onde ficam localizados o útero, os ovários e as trompas de falópio. No entanto, nem todos os cistos anexiais são cancerígenos ou exigem tratamento.

Porém, diferentes tipos de cisto anexial podem apresentar os mesmos sintomas. Por isso, o ideal é abordar o histórico médico completo da paciente e coletar dados de exames físicos, exames de sangue e de imagem, incluindo ultrassonografia transvaginal.

Isso porque os médicos precisam identificar o local e a causa das massas para determinar melhor tratamento e a forma de remoção.